Aplicações

O que são aplicações?

As aplicações, normalmente denominadas de “apps”, são pedaços de software que pode transferir para serem executadas na Internet, em computadores, telemóveis ou outros equipamentos electrónicos.

Construídas por programadores de software, as apps recaem normalmente em duas categorias: Apps utilitárias (por exemplo uma aplicação relacionada com a meteorologia que consegue determinar a sua localização e facultar-lhe a previsão meteorológica) ou apps de entretenimento (por exemplo um jogo que pode jogar no seu telemóvel).

Sabia que?

Segundo a Futuresource Consulting, foram transferidas 3,6 biliões de apps para telemóvel das lojas de apps em 2009, e prevê-se que este valor aumente para 6,6 biliões em 2010

O que preciso de saber sobre eles?

As aplicações podem ser transferidas de várias lojas de apps online, as quais pertencem aos fabricantes de telemóveis (por exemplo a Apple App Store e a Nokia Ovi Store), aos operadores de rede móvel (por exemplo a Loja Orange Application e a Vodafone App Store) ou agregadores como a Handango.

Podem variar em termos de preço – alguns downloads podem ser gratuitos, enquanto outros podem ter de ser pagos.

Uma vez que estão agora disponíveis tantas aplicações, estas são normalmente categorizadas nas lojas, distribuindo-se por categorias como o Entretenimento, Jogos, Música, Compras, Redes Sociais, Desporto e Viagens. O custo varia de acordo com as apps, sendo algumas gratuitas e outras com um custo entre 29 pence e 10 libras.

Os métodos de pagamento diferem entre as lojas de apps e podem incluir cartões de crédito/débito, Contas PayPal e contas iTunes.

Existem custos adicionais se uma app for conectada ao invés de funcionar de forma independente (por outras palavras, se é necessário que seja gerado tráfego de dados para que a aplicação funcione). Um exemplo do referido acima é uma app de notícias que vai buscar regularmente as notícias mais recentes à Internet e as envia para o seu telemóvel – enquanto a aplicação está a ser executada, ser-lhe-á cobrado pelo seu operador móvel um valor com base no acordo de pacotes de dados que celebrou.

Estão a ser desenvolvidas cada vez mais aplicações para as famílias. Assim como apps para os pais, pois existem apps para ajudar as crianças a ler, escrever, brincar, criar e gerir o trabalho da escola. Por exemplo:

  • My Homework – disponível no iPhone, ajuda-o a si e aos seus filhos a controlar o trabalho de casa, as aulas e os testes
  • Animoto videos – uma aplicação do Facebook que monta um vídeo de 30 segundos com música e fotografias escolhidas por si ou pelo seu filho
  • Zebra Paint – uma aplicação para colorir disponível em telefones Android
  • Converse com os seus filhos sobre apps – pergunte-lhes se transferiram alguma app; incentive-os a mostrarem-lhe as suas apps favoritas de modo a que possa ver se são adequadas à idades deles; tente fazer com que lhe mostrem a loja que utilizam para poder verificar a sua reputação
  • Debata com eles os custos de transferir apps: como pagam pelas apps que transferem e quanto custam? Estão conscientes dos custos adicionais, tais como encargos relativos a dados no seu telemóvel se transferirem uma app conectada?
  • Se transferirem uma app que não funciona, exponha a situação à loja de apps onde foi adquirida. Porém, lembre-se, a loja pode não se responsabilizar, pois a responsabilidade é, por vezes, do programador que construiu a aplicação
  • Se você ou outro familiar se deparar com uma app que pensa ser inadequada ou ilegal, denuncie o facto ao fornecedor da loja de apps de modo a que estes possam tomar medidas
  • Se o seu filho ou filha não possuir um telemóvel próprio podem querer jogar no seu, fique atento para que apenas possam aceder a aplicações e outros conteúdos que sejam adequados à sua idade e maturidade
  • Tire o maior partido de ferramentas online como os Controlos Parentais e Safe Search (Pesquisa Segura) com base na idade e maturidade dos seus filhos, no entanto, lembre-se de que podem não ser 100 % eficazes e não substituem a supervisão dos pais
  • Leia os nossos artigos relativos a jogos, conteúdo inadequado e prejudicial, serviços de localização, telemóveis, música, segurança e redes sociais

Onde me posso dirigir para obter mais informação e apoio?

  • Common Sense Media disponibiliza conselhos sobre os jovens e apps para telemóveis
  • Pode encontrar uma lista de 25 apps para crianças para o iPhone em Parenting.com

Que idade têm os seus filhos?

O que precisa para começar

  • 5-7 anos

    A tecnologia faz parte da vida dos seus filhos antes de iniciarem o ensino primário. Provavelmente utilizam o computador, a internet e a televisão interactiva por divertimento, para ver programas no canal de televisão e no website CBeebies ou para a participar nas salas de conversação do "Club Penguin"... no entanto, necessitam ainda da orientação e supervisão de adultos.

  • 8-11 anos

    Se tiver filhos com 8 a 11 anos de idade, a sua casa está provavelmente repleta de tecnologia: a PlayStation, a Nintendo, o iPod… a lista continua. De facto, estudos mostram que crianças entre os 8 e os 11 anos de idade no Reino Unido têm em média quatro equipamentos no seu quarto.

    Esta idade é decisiva para os jovens adoptarem novas tecnologias e desenvolver as suas capacidades na área das tecnologias da informação, tanto em casa como na escola… e é também uma altura decisiva para você assumir o controlo quando eles começam a explorar o mundo digital, bem como o mundo real.

  • 12-14 anos

    Frequentam o ensino básico e estão a crescer rapidamente. É uma altura de mudança e o seu mundo digital pode parecer-lhes tão importante como o mundo real. Podem passar a noite no Bebo, no Facebook ou no MySpace, a ver vídeos no YouTube e a carregar os seus próprios vídeos para outros os verem; ou a pesquisar para os trabalhos de casa.

    Com certeza pretende estimular as suas capacidades em termos de tecnologia e socialização, portanto é útil perceber o que eles fazem com a tecnologia e envolver-se também com ela.

  • +15 anos

    Na adolescência, os seus filhos tendem a pensar que percebem muito de tecnologia e que são capazes de lidar com tudo aquilo com que se deparam no mundo digital. Provavelmente assiste com espanto à forma como intercalam a conversa com os amigos no Facebook , como actualizam o perfil no Twitter, como jogam com alguém do outro lado do mundo na consola ou como transferem músicas para o telemóvel.

    Tudo representa divertimento. Porém, à medida que ficam mais velhos, aquilo de que você necessita para lidar com o mundo digital dos seus filhos torna-se ainda mais desafiante. Em vez de os deixar, precisa, de facto, de continuar a comunicar com eles.

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